O poder de escolha
Acabei de ler um ótimo texto de Derrick Jensen que fala sobre o amor, o que significa estar vivo e como encaramos isso.
Primeiro: o que amamos? o que devemos amar? será que amamos mesmo? O que faz uma pessoa que ama? Ela briga por amor? Ela mata por amor? No texto dele ele diz que temos que lutar pelo que amamos. Acredito que um grande erro nosso é generalizarmos. Para lutar existem várias maneiras. Gandhi lutou de maneira brava e corajosa, mas como um ser humano conseguiria aceitar uma situação daquelas? Acredito que com uma inteligência incomparável e um amor que transcende.
Com atitude podemos mudar o mundo, mas com atitudes inteligentes e se fizermos isso com amor, podemos mudar o mundo sempre pra melhor.
Segundo: estar vivo, significa lutar pelo que amamos, fazer com que as coisas tenham sentido. Se formos lutar pelo que não amamos, não vamos lutar com toda nossa força, e se não lutarmos por nada estaremos passando pela nossa vida sem deixar nada.
Terceiro: como encarar isso? Acho que se todos tivéssemos um milésimo do amor, da inteligência e da determinação de Gandhi, nosso mundo seria ideal.
Temos que ter amor nas nossas atitudes do dia a dia. Sabermos se o que estamos fazendo é algo que realmente faz parte da nossa luta pelo que amamos.
Temos que economizar na sacolinha de supermercado, deixar o carro na garagem quando o dia está bonito, arrumar carona com um amigo, para colocarmos o papo em dia e usar um só carro, separar um dia no ano para plantarmos uma única árvore, separar o lixo, comprar em lugares que se preocupam por um mundo melhor, dizer obrigado as pessoas, abracá-las, enfim tudo isso deve ser feito com amor, com paixão e fazer parte da nossa luta diária.
Só temos o agora para mudarmos o mundo e nesse agora, existem várias maneiras de lutar por um mundo melhor.